OS 300 DE ESPARTA (TRI ÁUDIO/720P) – 1962

THE 300 SPARTANS – 1962
EUA
AVENTURA – DRAMA – HISTÓRICO
DIREÇÃO: Rudolph Maté

ROTEIRO : George St.George,Hugo Liberatore
IMDb: 6,7
http://www.imdb.com/title/tt0055719/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 24/06/2014.

LINKS ATUALIZADOS.

RMZ – TRI ÁUDIO – DUBLAGEM CLÁSSICA DUBLASOM GUANABARA + GRAPHIC NOVEL “OS 300 DE ESPARTA” DE FRANK MILLER EM PORTUGUÊS

Postado por Johnahex

Formato: MKV
Qualidade: BR-RIP – 720p
Tamanho: 1,98 GB
Duração: 114 min.
Áudio 1: Inglês
Áudio 2: Português (Redublagem)
Áudio 3: Português (Dublagem Clássica – Dublasom Guanabara)
Legenda 1: Inglês
Legenda 2: Português
Servidores: Uloz.to e Google Drive (Dividido em 07 partes intercambiáveis)
Fonte do áudio da redublagem: Nando
Fonte do áudio da dublagem clássica: Johnahex
Remasterizador: Lilbarby
Uploader: Johnahex
Atualização: Don Costa

ATENÇÃO:  Trata-se de um arquivo trial-áudio, sendo necessário selecionar a faixa de áudio se desejar
visualizar com áudio dublado em português. Use players de vídeo que possibilitem, tanto a seleção de
áudio, quanto de vídeo.

GRAPHIC NOVEL “OS 300 DE ESPARTA”, DE FRANK MILLER, EM PORTUGUÊS

(Por Guilherme Coral – 2013)

“”Inspirado no filme de 1962, “Os 300 de Esparta” , a graphic novel de Frank Miller, lançada em 1998, é uma retratação fictícia da Batalha das Termópilas e os eventos que a precederam. A história é contada sob o ponto de vista do rei Leônidas e vale lembrar que ela não é e tampouco precisa ser cem por cento historicamente correta.

Miller utiliza uma técnica similar à de Sin City, realizando um grande trabalho de luz e sombras que destacam não só as reações de cada personagem, como garantem a emotividade da cena. Muitas vezes pensamos estarmos diante de uma obra em preto e branco, até que uma cor é precisamente evidenciada por Lynn Varley, ao passo que, em diversos quadros, nos situamos através das diferenças entre as tonalidades – o vermelho e dourado espartano ganham um especial destaque

A trama progride através das ilustrações que são economizadas ao máximo, nos contando tudo o que podem através de um só quadro. Por isso, diversas vezes, inúmeros balões de fala ocupam a página, lutando para ganhar evidência em meio ao ótimo desenho de Frank Miller. Porém, ao mesmo tempo que temos tal presença dos balões, as falas também são econômicas ao máximo e adotam um tom de poesia que garantem o tom épico da empreitada dos 300 – Nós marchamos.

Originalmente, a graphic novel, foi publicada em cinco edições e, por isso, vemos alguns elementos de reminiscência dos capítulos que passaram. Contudo, 300, é de melhor aproveitamento ao ser lido de uma vez, especialmente na edição de capa dura, que junta as páginas divididas da edição da revista, colocando-as em uma só panorâmica. São poucas páginas e o tom de poesia assinalado no parágrafo anterior se torna ainda mais presente dessa forma. Independente da forma que é lido, contudo, o autor consegue nos transmitir uma ideal passagem do tempo que distanciam o início da história de seu fim.

Os momentos de batalha em si ocorrem nos dois capítulos finais, enquanto que os outros preparam o cenário através de flashbacks do rei Leônidas, menos contando do treinamento dos espartanos, e  a origem das desavenças com Xerxes. Em certos pontos nos são contadas da progressão da guerra em outros frontes, como os atenienses nos mares que serão abordados na continuação “Xerxes” e no filme “300 – A Ascensão de um Império”. Nestas narrações não faltam comentários irônicos dos espartanos em relação aos atenienses – aqueles pederastas.

Tais comentários garantiram críticas a Frank Miller que vão desde a homofóbico até historicamente impreciso. Vale lembrar mais uma vez que esta é uma obra de ficção e, como dito no primeiro parágrafo, não precisa ser historicamente correta. Além disso tais comentários na narrativa servem para ilustrar as desavenças entre as polis gregas, especialmente entre Atenas e Esparta. De forma interessante, ainda, Miller faz citações a Licurgo, legislador espartano cuja biografia (provavelmente fictícia) é contada por Plutarco.

“300” é uma graphic novel de força e consegue prender o leitor tanto através de suas imagens precisas quanto de sua bem construída narrativa. É uma ótima retratação da Batalha das Termópilas e mesmo que não seja historicamente precisa será de grande agrado por qualquer amante da história. No fim o sacrifício espartano fica nas nossas memórias e suas famosas palavras ecoam em nossa mente – aqui, pela lei espartana, jazemos nós. “”

Em Abril de 2018 chegou às bancas americanas o primeiro capitulo da sequência desta graphic novel, chamada “Xerxes: The Fall of the House of Darius and the Rise of Alexander”. Esta sequência, que na verdade é um prelúdio,  narra a origem do rei-deus persa, antes dos eventos retratados em “300 de Esparta”, quando ele planejava invadir a Grécia no século 5 antes de Cristo para vingar a morte de seu pai. Como o título sugere, a HQ também abordará a ascensão de Alexandre, o Grande, que liderou a conquista grega da Pérsia, quase 150 anos depois da Batalha das Termópilas, narrada em “300″. Por enquanto, não há previsão para o seu lançamento no Brasil.

A graphic novel “Os 300 De Esparta” que estou disponibilizando está no formato “cbr” e necessita de um programa específico para ser lido, como o “CDisplay” ou o “ComicRack”, ambos gratuitos e facilmente encontrados na internet. O arquivo foi escaneado em alta definição e tem um tamanho total de 123 MB. O arquivo contém todas as cinco edições em português.

ULOZ.TO
FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA

GOOGLE DRIVE
FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA

 

ULOZ.TO
GRAPHIC NOVEL: OS 300 DE ESPARTA – POR FRANK MILLER

GOOGLE DRIVE
GRAPHIC NOVEL: OS 300 DE ESPARTA – POR FRANK MILLER

 

 

480 A.C. O rei persa Xerxes (David Farrar) colocou seu enorme império de escravos para esmagar um pequeno grupo de estados independentes gregos, que eram o único reduto de liberdade ainda existente naquela época. Xerxes contava com a desunião da Grécia para vencer a guerra, mas o famoso guerreiro Leonidas (Richard Egan), o rei de Esparta, e o grande orador Themistocles de Atenas (Ralph Richardson) viram que a união era a única força capaz de derrotar Xerxes. Eles fazem articulações para unir o povo grego, mas ficou claro que isto só aconteceria se os espartanos marchassem primeiro. Leonidas, mesmo sendo rei, precisava da autorização do conselho, que só liberaria o exército espartano após as festas religiosas. Leonidas resolve não esperar e marcha só com 300 guerreiros, que compunham sua guarda pessoal, que não precisava da autorização do conselho. Eles vão para as Thermópilas, que geograficamente dificultaria os exércitos de Xerxes.

O autor e desenhista de histórias em quadrinhos norte-americano Frank Miller viu este filme quando ainda era uma criança (ele tinha somente 5 anos na época do seu lançamento) e disse que: “Esse filme mudou o curso da minha vida criativa”. A influência do filme sobre sua obra foi tão grande que ele criou uma graphic novel, lançada em 1998, baseada nesta produção de 1962 –  “Os 300 de Esparta”, que fala justamente sobre a Batalha das Termópilas.

Frank Miller e sua graphic novel. Forte influência do filme de 1962.

 

Em 2006 foi produzido um filme, “300”, com a mesma história. Mas este filme não é um remake de “Os 300 de Esparta”, mas sim uma versão  baseada na graphic novel de Frank Miller, com toda a liberdade poética e criativa presente na obra de Miller. Apesar de apresentar a mesma temática, os acontecimentos históricos são mostrados de maneira mais fantasiosa.

Filme “300”, de 2006, baseado na obra de Frank miller.

 

O ator Sir Ralph Richardson, que interpretou Themistocles, tem somente quatro cenas no filme. Mesmo assim, o seu cachê foi o segundo maior do elenco, sendo inferior apenas ao do ator Richard Egan, que deu vida à Leônidas.

Richard Egan (no alto) e Sir Ralph Richardson (acima). Os dois maiores cachês da produção.

 

Este filme marcou  o último trabalho do ator David Farrar  que interpretou Xerxes. O ator, que iniciou a carreira no teatro mais de três décadas antes,  trabalhou em mais de trinta filmes para o cinema,  além de diversos trabalhos para a TV. Mas, após esta produção, o ator se aposentou e passou o viver na Africa do Sul até a sua morte em 1995.

O ator David Farrar em seu último trabalho antes da aposentadoria.

 

A lápide exibida no início e no final do filme é uma reprodução criada exclusivamente para o filme, mas a lápide original existe realmente e se mantém intacta até hoje em um local próximo de onde aconteceu a derradeira batalha. Ela faz parte de um conjunto que inclui outras obras dedicadas à este evento histórico e tornou-se um importante ponto turístico da região. 

Cópia utilizada no filme reproduz uma lápide real.

 

A verdadeira lápide foi preterida por, após séculos de exposição ás intempéries, não mais ser possível ler sua inscrição com a clareza necessária para o cinema. Ela contém um epigrama (um breve e simples poema inscrito em algum suporte material, normalmente ao pé de uma estátua, lápide ou monumento) e, como informado na locução do filme, pode ser traduzida, aproximadamente, como “Ó estrangeiro, vai anunciar aos Lacedemônios que aqui jazemos por obedecermos às suas ordens”. Aqui o termo “estrangeiro” deveu-se ao fato de os túmulos estarem localizados perto de estradas, fora das muralhas da cidade, e serem visitados por passantes, que, na maioria das vezes, eram viajantes, portanto, estrangeiros. Trata-se de uma ode à dedicação, coragem e determinação, que, em última análise, levaram os gregos a vencerem a guerra, mesmo após perderem esta batalha. Criada em homenagem ao rei Leônidas e aos soldados liderados por ele, é de autoria desconhecida, embora alguns historiadores atribuam sua criação ao poeta grego Simónides de Ceos, testemunha ocular dos acontecimentos da época.

Verdadeira lápide com o epigrama em homenagem à Leônidas e seus soldados.

 

 

BATALHA DE TERMÓPILAS

pelo professor e escritor Túlio Vilela – SP

A famosa batalha de Termópilas que serviu de inspiração para a historia em quadrinhos e o filme “Os 300 de Esparta” foi uma das várias travadas entre gregos e persas durante as chamadas Guerras Médicas. A razão desse nome é que os persas eram chamados genericamente pelos gregos de “medos”.

Na verdade, os medos eram um dos povos que viviam no Império persa: tanto persas quanto medos viviam a leste da Mesopotâmia, no grande planalto do Irã, os medos fixavam-se no norte desse planalto, enquanto os persas estavam fixados na parte sudeste, próxima ao golfo pérsico (inicialmente, os medos controlavam a região em que viviam, situação que se inverteu quando o persa Ciro tornou-se monarca dos dois povos).

Essa série de conflitos também é conhecida pelos nomes de Guerras Greco-Persas ou GrecoPérsicas. A principal razão dessas guerras foi o expansionismo persa. Durante a segunda metade do século 6 a.C. e o início do século 5 a.C., os persas conquistaram todo o território da Ásia Menor até o vale do rio Indo e também o Egito. Ao dominarem a Ásia Menor, os persas oprimiram as colônias gregas na região.

O mapa acima mostra as principais batalhas das Guerras Médicas

Sob o domínio persa

Os povos conquistados pelos persas eram obrigados a pagar impostos pesados, a construir estradas e palácios reais e a fornecer soldados para as tropas do rei persa. Por causa dessa situação, as colônias gregas na Ásia Menor se uniram numa revolta liderada pela cidade de Mileto, que ajuda Atenas. O Império Persa sufocou a revolta, destruiu Mileto e escravizou os habitantes da cidade.

O então rei da Pérsia, Dario 1º, aproveitou a situação para declarar guerra a Atenas e invadir as cidades gregas, dando início à primeira Guerra Médica. Sob a liderança de Milcíades, Atenas saiu vitoriosa da guerra após a batalha de Maratona (490 a.C.).

A segunda Guerra Médica

A derrota enfraqueceu o Império Persa, que só teve condições de enfrentar os gregos novamente em 480 a.C., quando teve início a segunda Guerra Médica. O sucessor de Dario 1º, o rei Xerxes ordenou uma nova invasão à Grécia.

O expansionismo persa era uma ameaça tanto à independência das cidades-Estado gregas quanto um obstáculo aos interesses dos comerciantes gregos na região do mar Egeu. O exército de Xerxes era praticamente uma “legião estrangeira”, era formado por soldados de quase todas as nações conquistadas pelo Império Persa: assírios, egípcios, babilônios, colonos gregos que viviam na Ásia Menor e muitos outros.

Podia ser um exército numeroso, mas estava longe de ser um exército motivado. Havia muito ressentimento das nações conquistadas em relação aos seus conquistadores. Conquistar a Grécia interessava a Xerxes, mas não aos soldados estrangeiros que foram obrigados a lutar no exército persa.

As cidades gregas formaram uma aliança e enviaram pequenos contingentes para lutar contra os persas. A cidade grega de Esparta enviou um grupo de trezentos homens liderados pelo rei Leônidas. Esse grupo e contingentes enviados pelas cidades aliadas posicionaram-se na estreita passagem do desfiladeiro das Termópilas, bloqueando o caminho.

Três vistas atuais do desfiladeiro das Termópilas, onde Leônidas e seus soldados enfrentaram os persas.

 Heroica resistência de Leônidas

O número de soldados persas era muitíssimo superior ao número de soldados liderados por Leônidas (mesmo contando os contingentes das cidades aliadas). Percebendo isso, Xerxes enviou mensageiros ao rei Leônidas propondo que os espartanos e seus aliados se rendessem e entregassem as armas. Segundo a tradição, a mensagem de Xerxes foi: “Rende-te e entrega tuas armas!” A resposta de Leônidas teria sido: “Vem buscá-las!”

Um dos mensageiros de Xerxes teria tentado amedrontar os gregos falando da superioridade numérica dos persas. Esse mensageiro teria dito que havia tantos arqueiros e lanceiros no exército persa que quando eles disparassem suas flechas e lanças elas iriam “cobrir o Sol”. Comentário que teria recebido a seguinte resposta do rei espartano: “Melhor, combateremos à sombra”.

Apesar da inferioridade numérica, os espartanos e seus aliados ofereceram uma dura resistência aos persas. A inferioridade numérica era compensada pela motivação: enquanto espartanos e aliados estavam defendendo suas cidades, lutando contra invasores, os comandantes persas recorriam a chicotes para obrigar suas tropas desmotivadas lutarem. Assim, inicialmente, os gregos estavam conseguindo repelir todos os ataques dos persas.

No entanto, um traidor chamado Efialtes traiu Leônidas e ajudou Xerxes a encontrar um outro caminho no desfiladeiro das Termópilas. Assim, o traidor guiou os persas durante a noite através das montanhas. Desse modo, os persas surpreenderam os espartanos e seus aliados pela retaguarda.

Ao ver seu exército cercado pelo inimigo, Leônidas ordenou que todos os homens sob seu comando, exceto os trezentos guerreiros de Esparta, batessem em retirada. A maioria obedeceu à ordem. Os contingentes formados pelos habitantes das cidades gregas de Téspias e Tebas preferiram permanecer resistindo ao lado dos espartanos. Esses dois contingentes juntos somavam cerca de mil homens. Leônidas e seus homens resistiram corajosamente, mas acabaram mortos na batalha desigual.

Uma vitória cara demais para os persas

Apesar de sair vitorioso da batalha das Termópilas, o exército persa sofreu muitas baixas que o enfraqueceram. A vitória na batalha custou caro para os persas. Com a resistência oferecida por Leônidas e seus homens, os gregos ganharam tempo. Os atenienses puderam abandonar sua cidade antes que os invasores persas chegassem.

As mulheres, idosos, crianças e escravos que viviam em Atenas puderam ser transferidos a tempo para a ilha vizinha de Salamina. Quando chegaram em Atenas, os persas queimaram e destruíram a cidade. Mas acabaram sendo derrotados pelos atenienses na batalha naval de Salamina. Após essa derrota, Xerxes fugiu de volta para Pérsia, onde mais tarde morreu assassinado.

Com a derrota persa na batalha de Salamina, o traidor Efialtes jamais recebeu a recompensa que esperava receber de Xerxes. A cabeça de Efialtes foi colocada a prêmio. Por isso, ele fugiu para a Trácia, mas morreu assassinado no ano seguinte.

A principal fonte a respeito da batalha das Termópilas é o relato do historiador grego Heródoto. Entretanto, esse relato contém exageros que foram reproduzidos em praticamente quase todas as recriações do episódio (inclusive nos filmes e histórias em quadrinhos). Segundo Heródoto, durante a batalha, o exército persa contava com milhões de soldados. Estimativas mais realistas sugerem que o número de guerreiros persas na batalha não passava de 250 mil. Os espartanos e seus aliados somavam mais ou menos sete mil homens.

Também não é verdade que no final os trezentos espartanos tiveram que enfrentar sozinhos os persas: cerca de mil soldados (téspios e tebanos) também resistiram bravamente contra os persas, permanecendo ao lado dos espartanos até o fim. Exageros à parte, durante a batalha das Termópilas, os espartanos e seus aliados estavam em número muito inferior aos persas, o que não impediu que oferecessem corajosa resistência. Por isso, a história dos homens liderados por Leônidas durante a batalha das Termópilas virou sinônimo de resistência heroica contra um inimigo mais poderoso.

Richard Egan … King Leonidas
Ralph Richardson … Themistocles of Athens
Diane Baker … Ellas
Barry Coe … Phylon
David Farrar … Xerxes
Donald Houston … Hydarnes
Anna Synodinou … Gorgo
Kieron Moore … Ephialtes
John Crawford … Agathon the Spartan Spy
Robert Brown … Pentheus
Laurence Naismith … First Delegate
Anne Wakefield … Artemisa
Ivan Triesault … Demaratus
Charles Fawcett … Megis

Fontes: aveleyman.com, imdb.com, objetoseducacionais2.mec.gov.br, ndrangheta-br.blogspot.com.br, planocritico.com, archaiologia.gr, e portaldoprofessor.mec.gov.br

48 comentários para OS 300 DE ESPARTA (TRI ÁUDIO/720P) – 1962

  • NildoAlves  DISSE:

    Mandou bem libarby…grande clássico dos anos 60 com qualidade impecável e um agradecimento para fonte do áudio de Nando…valeu
    Brothers!!

  • claudiocardoso  DISSE:

    Outro épico pra coleção, Obrigadão Lilbarby e Nando .

  • MARCOS F.  DISSE:

    MAISZAAA NENO! RRRRRRRRÁPIDO…HEHEHEHE

    EMBORA EU SEJA FÃ DO FRANK MILLER E DE SUA GRAFIC NOVEL “300” E DO FILME, QUE POR SINAL GOSTEI MUITO, PARA MIM ESTE É “O FILME” SOBRE A HISTÓRIA/LENDA DOS 300 DE ESPARTA

    PARABÉNS LIL E NANDO PELO LANÇAMENTO DESTE CLÁSSICO EM ALTA QUALIDADE!!

    ABRAÇÃO AMIGOS!

  • lilbarby  DISSE:

    obrigado pelo comentarios amigos 😀

    outra coisa… talvez alguem mim pode dizer onde e o erro aqui nesse codigo:

    http://upamais.com/images/86614885066876353461.jpg

    eu nao consigo fazer o imagem visivel como normalmente deve ser… quando posto esse codigo acontece como se fosse que postei nada… tentei varias variacoes desse codigo, tentei com Internet Explorer, com Firefox tambem, mas nada quer funcionar, ja to meio louco aqui hehe… 🙁

  • lilbarby  DISSE:
  • lilbarby  DISSE:

    se eu boto apenas este codigo assim num comentario parece como em cima aqui, nao aparece nada, esta simplesmente vazio…

    • Wagner S.  DISSE:

      É só uma suposição mas o problema pode ser com links do site upamais, as imagens que costumamos publicar estão hospedadas em produtos do google como picasaweb e blogger:
      http://www.picasaweb.google.com/

  • lilbarby  DISSE:

    parece que nao depende disso… porque com mesmo codigo nao consigo postar um foto hospedado no picasaweb tambem nao…

    https://lh3.googleusercontent.com/-UlgYC1c_DPQ/U6ruL-L1enI/AAAAAAAAAAg/IgLYE6qWuPc/s1440/image32.jpg

    • Wagner S.  DISSE:

      Outra hipótese é que as imagens diretas só possam ser publicadas pela administração do site. Vou criar uma nova conta de usuário e testar aqui.

      • Wagner  DISSE:

        Teste:

        • Wagner S.  DISSE:

          DS01

          • Wagner S.  DISSE:

            Pelo visto deve ser isso mesmo.

          • Wagner S.  DISSE:

            Ainda assim pode publicar imagens nos comentários pois nós da administração podemos inserir o código e liberar. Nesse caso pode incluir no comentário o link da imagem sem códigos mesmo.

  • lilbarby  DISSE:

    obrigado Wagner.
    se entao entendo bem preciso pedir Admins para liberar os meus fotos nos meus postagens ? Nao entendo a intencao desse regulamento…
    porque os membros nao podem postar fotos nos comentarios, mas podem postar screenshots nos lancamentos ?

    • Wagner S.  DISSE:

      Nem eu também entendo Lilbarby, mas deixo claro que isso não é de mim, isso é do próprio wordpress.
      Infelizmente nas configurações que eu, o Ed e o Marcos temos acesso não há uma opção para desativar isso. Talvez o Sparrow tenha acesso a essa configuração.
      O que lhe afirmo e está em nosso alcance é que se alguém posta um link de alguma imagem no comentário, nós podemos ajudar colocando o código manualmente quando o comentário está na fila de moderação.

      • MARCOS F.  DISSE:

        ACREDITO NÃO SER ESTE O CASO AMIGOS – PQ?

        PQ NA MINHA POSTAGEM “GRAND PRIX-1966” O MARUJO IRMÃO DON COSTA PUBLICOU COMENTÁRIO COM IMAGEM.

        • Wagner S.  DISSE:

          Mas Marcão, nesse caso o Don publicou apenas o link e assim que vi o link da imagem no comentário aguardando moderação eu adicionei o código manualmente. Faço isso em off sempre que alguém publica imagem ou video no comentário pois sei que o propósito do usuário é ver a imagem sendo publicada diretamente.

  • lilbarby  DISSE:

    tabom, abracos amigos 🙂

  • farra4ever  DISSE:

    Obrigado.

  • Fabito  DISSE:

    Vocês não tem limites…já observei isso! Agora só falta “Alexandre, o grande” em 1080p, com Richard Burton!

  • camarada-zaitsev  DISSE:

    Ótima pedida! Eu tenho o DVD do Alexandre dos anos 50. mas sequer é dublado
    Hoje as Termópilas são bem diferentes daquela época. O mar recuou de 2 a 5km. a falésia foi erodida

  • ricpesil  DISSE:

    Muito obrigado!! Belíssima dublagem da DUBLASOM GUANABARA. Valeu!!

  • josquimdeprez  DISSE:

    Este site sempre reserva surpresas. Muito obrigado pelo filme e pela aula de história.
    Termópilas é um exemplo de uma guerra real. Em guerras não há regras. Ninguém faz guerra pra fazer prisioneiros. Em guerras você não consegue nem consegue alimentar a própria tropa. Muitos romantizam batalhas e guerras. Romantizam porque nunca participaram de uma. Tentaram normatizar guerras através da Convenção de Genebra, pura besteira. Atualmente a guerra química mais simples é o uso do cloro que já foi usado na 1ª Guerra Mundial. Quem conhece de materiais sabe que o gás Cloro uma vez isolado e tornado sólido jamais desaparece. O CLORO NUNCA MORRE, só fica quieto até a a próxima temperatura e umidade necessária. Pastilhas de cloro são usadas para matar bactérias e outras coisas que habitam água seja. Se mata bactérias, facilmente mata seres humanos.
    Guerras são cruéis. Matar é cruel. Romantizar uma guerra é insano.

  • josquimdeprez  DISSE:

    Parece que uma das frases do filme Tróia é: “Guerra significa jovens morrendo e velhos conversando.”
    O termo Infantaria tem origem na palavra Jovem. São os primeiros a morrer porque estão na linha de frente.
    O filme Alatriste (2006) mostra muito bem quando lanceiros se encontram. Lanceiros eram todos jovens.
    O filme agora postado deveria estar na categoria documentário.
    Novamente meu muito obrigado.

    • johnahex  DISSE:

      Concordo com tudo que comentou josquimdeprez.A guerra em si é cruel,não existe misericóridia ou compaixão,mas parece que hoje, a morte é menos dolorosa,basta levar um tiro e… pronto!Nessa batalha, ser atravessado por uma espada ou espadas deveria ser horrível!Me lembro da “Guerra da Bósnia”,onde li num jornal o depoimento de soldados que tiveram que fumar maconha para ter coragem de matar os inimigos,então o romantismo poético faz parte da cultura americana no cinema.Muito boa dissecação histórico quase 3D Don,ficou espetacular,e realmente a lápide existe!

      • josquimdeprez  DISSE:

        Em todas as guerras sempre rolou drogas. Vietan é o exemplo máximo. Mas voltando, ópio na Coréia. Em todas as guerras. O cara tem que ser muito malvado pra fazer uso de certas armas. César quando passou pelo Nepal deixou como herança as kukris. O gládio e a espada viking são as espadas perfeitas, curtas e leves.
        O combate tático que foi usado na 2ª guerra já fez uso de punhais. Em uma guerra a pior coisa que tem é irritar o inimigo, assim você o pega de surpresa. Dá uma olhadinha no google sobre as Wilkinson Dagger e as Fairbairn Dagger. Com essas adagas você pode até tentar descascar uma laranja, mas terá pouco sucesso. Elas só servem para uma coisa. No youtube tem um veterano da 2ª Guerra explicando como se usa uma Fairbairn Dagger.
        Existem também as armas covardes, as minas, que o Brasil também fabrica. Mas no passado já existiam as armadilhas similares às minas modernas.
        Alguns depoimentos de soldados das guerras modernas dizem que no 2º dia você já se acostumou e não tem mais barreira nenhuma. O filme Platoon é um bom exemplo. Interessante que Platon é o nome do filósofo Platão.

      • josquimdeprez  DISSE:

        Tem um bom filme Dinamarquês que merece ser visto: Land of Mine (2015)

  • ajfagion  DISSE:

    Parabens esse post é uma verdadeira aula de história, já tenho esse filme pra mim é o melhor representante dessa batalha, obrigado por disponibilisar essa obra da sétima arte

  • Rui  DISSE:

    Muito obrigado!

  • jcarlos  DISSE:

    Baixando. Obrigado.

  • shaokahn  DISSE:

    parabéns por mais este lançamento, johnahex é fera

    nem sabia que esse filme tinha dublagem da Dublasom, só conhecia do DVD que é boa também

    • johnahex  DISSE:

      Apenas cedi a dublagem clássica da Dublasom Guanabara,o trato do áudio ficou com o mestre Lilbarby,e o cenário ficou com Don,valeu shaokahn!

  • fgallon  DISSE:

    muito obrigado !!!

  • DBS  DISSE:

    Muito obrigado pela postagem!

  • Jorge Elias  DISSE:

    ONDE CLICO PRA ASSISTIR O FILME?

    • Don Costa  DISSE:

      Boa tarde, Jorge.

      No início da postagem, após as informações sobre a graphic novel, há um tópico denominado “LINKS”. Neste tópico encontram-se as seguintes frases: “UPLOADED: FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA”, “OPENLOAD: FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA” e “USERSCLOUD: FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA”. Basta clicar no nome do filme (OS 300 DE ESPARTA – em verde) correspondente ao servidor escolhido e você será direcionado à página deste servidor. Depois é só seguir as instruções da página que se abrir e iniciar o download.

      Caso tenha alguma outra dúvida é só informar.

      Abraços.

  • farra4ever  DISSE:

    Obrigado pelo Trial.

  • gutemberg  DISSE:

    os três últimos estão com defeito. poderia arrumá-los? tenho muito interesse na dublagem antiga. se não der pra arrumar o defeito dos links, poderia postar só o áudio da dublagem antiga.

    • Don Costa  DISSE:

      Bom dia, Gutemberg.

      Somente os arquivos do Openload estão offline. Os outros dois servidores continuam com os links ativos e disponíveis.

      Caso esteja enfrentando problemas em baixar por estes servidores, recomendo que utilize gerenciadores de downloads, como o JDownloader ou o Mipony. O uso de gerenciadores minimiza a ocorrência destes erros.

      Mas, se puder esperar, nos próximos dias os links do Openload serão atualizados.

      Abraços.

  • Simpato_Yamasaki  DISSE:

    Bela raridade, mas no servidor “Userscloud” estão apenas as partes 01 a 03, no servidor “Uploaded” se encontram as partes 06 a 11, já no servidor “Openload” está tudo OFF, infelizmente as PARTES 04 e 05 estão OFFLINE em TODOS os servidores, poderiam REUPAR por favor? Também aproveito para informar que a Graphic Novel também está OFFLINE. Esta Dublagem Clássica é muito rara, torço para que consigam reupar.
    Vida longa e próspera ao GRANDE teladecinema.net!
    Obrigado!

  • Simpato_Yamasaki  DISSE:

    Olá, atualizando a informação, no servidor “Userscloud” continuam ONLINE as partes 01 a 03, já no servidor “Uploaded” se encontra ONLINE apenas a parte 11, o restante foi tudo deletado. Torço para que consigam REUPAR.
    Muito obrigado!

  • Simpato_Yamasaki  DISSE:

    Olá, mais uma vez atualizando a informação, no servidor “Userscloud” continuam ONLINE as partes 01 a 03, já no servidor “Uploaded” todas as partes foram deletadas. Torço para que consigam REUPAR.
    Muito obrigado!

  • TUPAK  DISSE:

    Post simplesmente sensacional.
    De tirar o fôlego.
    Não há muito mais o que dizer. Grato!

  • Praxinoscopio  DISSE:

    Alguém sabe qual o estúdio da redublagem?

  • Simpato_Yamasaki  DISSE:

    Legal, eu fiz o pedido para vocês REUPAREM e vocês atenderam.
    Muito Obrigado!
    Praxinoscópio, segundo o Site Dublanet a Redublagem foi do Estúdio Gábia.

  • Lawyer  DISSE:

    Parabéns aos marujos Nando, Johnahex, Lilbarby e Don Costa pelo grande trabalho, e o meu muito obrigado!

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